desconectar para conectar

Desconectar para conectar

Hoje gostaria de dividir com você uma decisão que tomei esta semana e que está mudando a minha vida para melhor. Quem me conhece sabe que sou uma pessoa que vive conectada, curiosa por natureza, viciada em internet, feeds e apps dos mais diversos fins. Eu e muita gente, né? Acordo olhando a tela do celular e este processo se repete até a hora em que vou dormir. A tecnologia, sem dúvida, proporciona incríveis interações e gera conhecimento instantâneo, o que é muito bacana, certo?

O outro lado da moeda é que a tela do celular (no meu caso) se torna minha maior inimiga à medida que não consigo viver / aproveitar um momento em sua totalidade. Vou dar um exemplo: tenho a felicidade de passar as manhãs com o meu filho, mas com o celular do lado, passo as manhãs não só com o Henrique, mas também com centenas de pessoas que estão ligadas a mim pelas redes sociais: algumas pessoas queridas e outras que não tenho a menor intimidade 🙁

Desconectar para conectar

O celular sempre foi meu fiel escudeiro em todas as situações; inclusive nos momentos com meu filho pois com a câmera do dispositivo facilita o registro dos momentos. Meu telefone passou a ser a “maçã” que se recomenda ingerir em benefício da saúde. Nas corridas de carrinhos que fazia com meu filho, antes mesmo de finalizarmos o percurso, uma foto do Instagram me interrompia como se fosse um grande outdoor, os feeds do Facebook eram verdadeiros pedágios e um email indesejado, um grande obstáculo a ser vencido. E o que era para ser somente eu e meu filhotinho na pista, de repente se transformava num grande engarrafamento com homens trabalhando nas infindáveis obras da Copa do mundo. Entre um empurrãozinho no balanço da pracinha e uma descida no escorregador, atualizações do Facebook pipocavam em minha tela. Na caixa de areia, organizava a minha caixa de entrada. Isso tudo porque as mulheres tem a feliz (será?) habilidade de fazer mil coisas ao mesmo tempo.

Me dei conta (antes tarde do que nunca!) que muitos assuntos e muita gente invadia um espaço que era para ser somente meu e do Henrique. Resolvi dar um basta e optei por estar inteira nessa relação, afinal, as relações de sucesso exigem presença e não dá para estar presente pela metade. Foi aí que decidi ficar longe do meu maior inimigo daquelas preciosas horas, o celular, até que eu aprenda a usá-lo com moderação.

Os frutos dessa decisão, já estou colhendo, são doces e deliciosos e posso garantir que não são maças! rs…

Pensando em tudo isso, me lembrei do vídeo abaixo, que deu nome ao post. O vídeo já é antiguinho, mas continua super atual e pertinente ao tema de hoje. Veja só:

E você? Passa por algo semelhante ou tem alguma dica? Deixe seu comentário aí embaixo.



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