Vanessa Cattony

Mães que inspiram: Vanessa Cattony

Hoje em “Mães que Inspiram” você vai conhecer um pouco mais da Vanessa Cattony, um exemplo de SUPERAÇÃO (sim, em letras maiúsculas!). A Vá é uma mãe que passou por um momento muito triste, acho que o pior momento que uma mãe pode passar: o da perda de um filho.

Vanessa perdeu a Duda, de então 2 anos, e conseguiu se manter forte para continuar cuidando do Gabriel (8 anos) e há 7 meses foi presenteada com a chegada da Bia, uma bebezinha muito fofa e cheia de alegria. Ela, além de minha prima, é para mim um grande exemplo; a maneira com que enfrentou essa tragédia e encara a sua vida só me faz admirá-la cada dia mais. Confira!

Mães que inspiram: Vanessa Cattony

Nunca imaginei que seria tão feliz sendo mãe, e de filhos tão lindos e graciosos… Nem imaginava que ia dar conta de tudo isso e que seria forte o suficiente para continuar a viver sem minha baixinha… E ser mãe de novo…. acho que nem Freud explica…. Deveria ter um manual, ficaria tudo mais fácil!

 

O que a maternidade significa em sua vida?

Eu era muito jovem quando fui mãe pela primeira vez, tinha apenas 23 anos. Como na maioria dos casos das mães muito jovens, a gestação não foi planejada. Foi uma grande surpresa, na verdade eu não sabia se ria ou se chorava… A maternidade mudou a minha vida. Eu mudei muito, em todos os aspectos… Antes eu pensava só em mim, hoje só penso nos meus filhos. Vivo por eles e morro pela felicidade deles.

Na sua opinião, qual é a melhor recompensa em ser mãe? E a maior dificuldade?
A maior recompensa é ver o sorriso dos meus filhos quando me veem chegar! A maior dificuldade é mostrar para as crianças o mundo em que vivemos. E também ensiná-los a viver de forma mais independente, sem precisar de mim o tempo inteiro… É doloroso saber que não estarei sempre aqui, como gostaria e por isso os educo dessa forma pois não quero vê-los tristes no caso de minha ausência.

Mães que inspiram: Vanessa Cattony

Existe algo que você dizia que nunca faria antes da maternidade e que depois de ser mãe “pagou a língua” e fez?
Como a minha gravidez não foi planejada e eu era muito jovem, nem deu tempo de pensar muito nessas coisas e não imaginava que seria mãe tão rapidamente. Sabia que um dia eu seria mãe, mas achei que aconteceria bem mais pra frente. Por isso, nem tive tempo de pensar nisso.

De que você mais sente falta em relação à sua vida anterior à maternidade?
Eu sinceramente não sei, já acostumei tanto com a vida que tenho que não sinto falta de nada. Prefiro minha vida agora do que aquela que tinha quando era jovem.

O que mais a incomoda em relação à maternidade?
Colocar pra arrotar, isso me incomoda demais.

Qual a frase que mais utiliza na sua relação com seus filhos?
Falo sempre para cada filho: “Nunca se esqueça que eu te amo e que vou te amar sempre!” E quando falo isso, o Gabriel diz: ”mas sou eu que te amo mais… infinito pra sempre! “. Aí ficamos disputando quem ama mais… <3

O que você gostaria de ter ficado sabendo antes da chegada de seus filhos, mas que ninguém nunca lhe contou?

Mães que inspiram: Vanessa Cattony

Que a minha filha Duda teria um dia a mesma doença de quando ela nasceu e iria morrer… Acho que se soubesse disso, beijaria mais, brincaria mais, tiraria mais fotos, passaria mais tempo com ela… E até tentaria evitar a doença.

Deixe um conselho para mães ou futuras mães que estão lendo este post. Não tem como saber o que é o amor de uma mãe sem ter filhos. Amor de mãe é um amor tão grande que não cabe no peito e ele só aumenta com a quantidade de filhos que temos ao longo da vida…

Mães que inspiram: Vanessa Cattony

Falo que é muito difícil aceitar a partida de um filho. Como Maria aceitou quieta seu filho sendo preso em uma cruz e morrer? Filho nasce da gente, mas são filhos de Deus e quando Ele os chama, o que podemos fazer? Desejo sempre a felicidade dos meus filhos e o mínimo que faço é não chorar quando penso na perda da Duda. Tenho que ser forte!

Mães que inspiram: Vanessa Cattony

Hoje procuro amar mais a minha mãe que sempre lutou por mim e me ajudou sem questionar e tento passar para meus filhos esse amor para que possam, no futuro, transmitir também para os seus filhos. Amarei sempre por toda a eternidade: Gabriel (8 anos), Maria Eduarda (falecida com 2 anos) e Beatriz (7 meses ).

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