15 dicas para grávidas

15 dicas de especialistas para as gestantes

Com a gestação, surgem mudanças físicas, emocionais, expectativas e muitas dúvidas! De mudanças no corpo até alterações emocionais e de paladar, cada mulher reage de forma diferente. Mas existem algumas preocupações e pontos de atenção que são bastante comuns para maioria das gestantes.

Para ajudar você nesse período tão cheio de amor e descobertas, convidamos três especialistas (pediatra, psicóloga e nutricionista) e perguntamos a elas quais as 5 principais dúvidas das gestantes relacionadas às mudanças que vem com a gestação e como lidar com elas da melhor forma. 

Algumas dúvidas se repetiram, mas o olhar de diferentes especialistas nos trouxe um panorama mais completo a respeito do tema. Dá uma olhada:

 

DICAS DA PEDIATRA CAROL MENNA

 

A gestação traz diversas mudanças físicas e emocionais, as quais manifestam-se como sinais ou sintomas. Nem todas as mulheres compartilham exatamente as mesmas reações. Sabemos que a intensidade de cada uma delas pode ser diferente em cada gestante! Porém, é de extrema importância saber distinguir um mal-estar típico deste período de uma complicação inesperada.

1.Náuseas e vômitos:

Ocorrem no primeiro trimestre da gestação, especialmente no turno da manhã, no período de jejum. Podem piorar com ansiedade, cansaço físico ou jejum prolongado. Embora as causas das náuseas e dos vômitos sejam pouco claras, acredita-se que o estímulo responsável pelo aparecimento destes sintomas tenha origem na placenta. A explicação mais aceita é a de que o beta-HCG (hormônio produzido durante a formação da placenta) estimularia os ovários a produzir estrogênio, o hormônio causador dos enjoos.


Dicas para amenizar este sintoma: deve-se comer algo, logo após acordar, e fracionar as refeições em pequenas porções e intervalos regulares, ao longo do dia. É muito importante manter a hidratação. O quadro que mais preocupa é o que chamamos de hiperemese gravídica, quando a gestante vomita em demasia e não consegue manter sua nutrição e hidratação. Para alívio dos sintomas, deve-se optar por alimentos gelados, evitar forçar a alimentação, para não induzir os vômitos. Se for difícil tomar água, buscar alimentos ricos em água (frutas, sopas, etc.).

2.Sonolência:

No início da gravidez, é muito comum passar o dia com sono. Esse sintoma é provocado pelo aumento nos níveis de progesterona durante essa fase. Este fenômeno pode transformar um dia normal de trabalho numa verdadeira batalha, pela sensação de cansaço que gera. O paradoxal é que, apesar deste hormônio provocar sonolência diurna, à noite ele atrapalha o sono, o que piora a sonolência no dia seguinte. Isto é o que chamamos de círculo vicioso.


Dicas para amenizar este sintoma: A dica é descansar o máximo – sempre que se pode, mesmo que não consiga dormir. Aproveite qualquer oportunidade para tirar uma soneca.

3.Edema/ inchaço:

O inchaço acontece pois, com a gestação, o organismo retém mais líquido. Além disso, conforme o bebê vai crescendo, o útero vai pressionando cada vez mais as veias da região pélvica e abdominal. Essa pressão dificulta a circulação do sangue, provocando um acúmulo de líquido especialmente nos membros inferiores (mais evidente em tornozelos e pés). O inchaço pode ser preocupante quando acontece de uma hora para outra e, principalmente, quando é observado no rosto pois pode ser um sinal de pré-eclâmpsia.


Dicas para amenizar este sintoma: Sente-se com os pés elevados, sempre que possível. Durante o sono, prefira deitar sob seu lado esquerdo, para reduzir a pressão sob os principais vasos abdominais, que passam próximos ao útero, facilitando assim a circulação sanguínea. Evite ficar de pé por períodos longos e faça uso de meias de compressão, as quais devem ser vestidas antes mesmo de sair da cama, pela manhã, para prevenir que o sangue se acumule nas pernas. Praticar atividade física regularmente (caminhadas, natação, hidroginástica, bicicleta ergométrica, pilates…) também é recomendado. Evite alimentos com alta concentração de sódio e açúcar e faça drenagem linfática uma vez por semana; essa prática pode aliviar bastante o edema!

4.Dor nas costas:

Na gestação, as dores nas costas ocorrem especialmente na região lombar devido à mudança do eixo postural, causada pelo aumento da barriga. Além disso, o útero comprime as vértebras, o músculo das costas se contrai e o nervo ciático pode ser pressionado.


Dicas para amenizar este sintoma:
Pratique atividade física apropriada para o período da gestação em que se encontra e faça alongamentos antes de dormir. Sessões semanais de Acupuntura são também grandes aliadas no alívio das dores. Atenção: dor persistente ou posterior a uma queda requerem avaliação médica!

5.Constipação:

A prisão de ventre durante a gestação é mais um sintoma decorrente do aumento da progesterona na gestação. Este problema pode iniciar-se na gravidez ou, ainda, exacerbar-se com ela.


Dicas para amenizar este sintoma: Aumente a ingestão de líquidos e de alimentos ricos em fibras (alimentos integrais, frutas, verduras…). Mantenha exercícios físicos regulares, os quais auxiliam o trânsito intestinal. Atenção: o esforço excessivo para evacuar aumenta o risco de desenvolver hemorroidas (veias inchadas e inflamadas no reto ou no ânus) que podem gerar sangramento e dor ou desconforto na região anal. Em casos mais extremos, pode ocorrer a formação de fecaloma (endurecimento do bolo fecal), o qual deve ser retirado no hospital, após avaliação médica.


 

DICAS DA PSICÓLOGA CAROL BRANDALISE

Positivo! Emoção, alegria, medo, transformação? Muitos são os sentimentos que fazem parte da gestação. O organismo feminino se transforma a todo vapor, enquanto a barriga vai crescendo aos pouquinhos. E é também aos poucos que as adaptações das futuras mães, pais  e todos que se relacionam com eles vão acontecendo. O casal, o corpo e as concepções de mundo de cada um se transformam.

Nesta fase, a ambiguidade surge. O “lado A” apresenta alegria, felicidade, plenitude e vem acompanhado do lado “B”: que traz medo, dúvidas, inseguranças e até, por que não, arrependimento. É muito constante a presença do desejo de ter o filho e da dúvida de o querer. Este conflito existe porque ocorrem perdas e ganhos na gravidez. E é a partir deste momento que a mulher embarca na maior viagem de sua vida! Veja alguns conflitos que surgem com a gestação e algumas maneiras de lidar com eles:

1. O momento ideal:

Muitas vezes a carreira, o momento do casamento, o desejo de viajar e a idade (especialmente a da mulher) pesam na decisão de planejar ou adiar a gravidez. São tantas variáveis que só podem ser avaliadas por cada casal. O fato é que independente do momento que a gravidez ocorre, toda a estrutura familiar, a rotina do dia-a-dia, e a dedicação ao trabalho são alterados. 

Fica tranquila! Não existe o “momento ideal”, nunca haverá o dinheiro suficiente, a segurança do retorno ao trabalho, por exemplo. O momento ideal é aquele que o casal tenha disponibilidade de receber e amar um ser que dependerá totalmente do investimento afetivo deles para sobreviver e se desenvolver.

2. Fantasias sobre o desempenho do papel de mãe:

Com o teste positivo em mãos, iniciam as ansiedades e fantasias sobre o desempenho no papel de mãe. ‘Será que eu serei uma boa mãe?”, “Vou dar conta de um bebê?” são perguntas recorrentes que as gestantes se fazem.

Fica tranquila! Como dizem por aí: o bebê não vem com manual e só se aprende a ser mãe, sendo. Com todos os erros e acertos. Relaxa pois uma mãe nasce com o nascimento do bebê. E todos vão aprendendo e evoluindo juntos!

3.  Bebê imaginário  X Bebê real:

O bebê imaginário existe antes mesmo do exame positivo! Muitas vezes, os casais já sonham com o sexo e com os possíveis nomes e idealizam o comportamentos dos filhos.  O bebê imaginário é aquele que se comporta – na barriga e após o nascimento – conforme os melhores desejos dos pais: um bebê que nasça a termo, que seja tranquilo, que não tenha nenhuma alergia alimentar e mame bem.

Fica tranquila! O desenvolvimento do feto pode ser acompanhado pelas ecografias e são importantes para conhecer o bebê que vai chegar. Quando nasce, o novo integrante da família solicita aos pais que as suas necessidades básicas sejam atendidas: amamentação, sono, trocas de fraldas…Às vezes, com dificuldades para alimentar, manter a rotina de sono ou até por alguma doença, os pais precisam adequar a imagem que fizeram do bebê imaginário com o bebê “real”. “Real Maternidade”, não é meninas?

4. Parto, amamentação e puerpério:

Durante o pré-natal, a mãe pode acompanhar a evolução da gravidez e fazer, juntamente com o seu médico, uma projeção do tipo de parto. A gestante pode preferir um ou outro tipo de parto, mas o mais importante é a avaliação do médico.

Fica tranquila! O melhor parto é o que é bom para a saúde do bebê e da mãe. Não faça da sua vida um martírio caso o seu parto não seja exatamente aquilo que você sempre sonhou. O bem estar do bebê e da mamãe estão acima de qualquer idealização ou desejo.

A amamentação é um processo que deve ser aprendido pela dupla mãe-bebê; às vezes um pouco mais fácil, às vezes muito difícil.

Fica tranquila! Seja como for, a amamentação é importante para a mãe e para o bebê, mas não é a única forma de dar/nutrir de amor o filho. Nunca se esqueça disso!

No puerpério, além de todas as transformações que chegam com o nascimento do bebê, as questões emocionais também podem contribuir com sentimentos de tristeza ou depressão. No puerpério é comum surgir o “Baby Blues”, uma certa melancolia após o parto, e pode acontecer, em alguns casos, a “Depressão Pós-parto”.

Fica tranquila! Fiquem de olho nos sintomas e informem ao médico sobre os sentimentos e sensações dessa fase. No caso do “Baby Blues” e da depressão pós parto, as orientações médicas e o tratamento são fundamentais e vão te ajudar muito!

5. Serei capaz de amar?

Parece e é óbvio: a chegada de um bebê provoca uma transformação no papel de cada pessoa da família! O casal deixa de ser filhos e se transformam em pais. Os pais se transformam em avós e os irmãos em tios… A dinâmica da família de origem e da família nuclear são alteradas e juntos devem reorganizar os limites para as relações familiares se manterem saudáveis. Quando o casal já tem um filho e está esperando o segundo, é comum a gestante perguntar para si mesma se ela será capaz de amar o bebê da mesma forma que ama o primogênito.

Fica tranquila! Aos poucos, tudo vai se ajeitando! Peça e aceite a ajuda de pessoas queridas. E não se esqueça nunca da capacidade que todos temos de multiplicar o amor.


DICAS DA NUTRICIONISTA ANA CAROLINA TERRAZZAN

Muitas gestantes chegam no consultório e já disparam aquela conhecida frase “não quero engordar na gestação”. Se você também está pensando assim, é hora de repensar! Vale lembrar que a balança não sabe diferenciar se você está gestante ou não e, portanto, o aumento de peso vai aparecer! Seu peso pode aumentar POUCO, mas vai aumentar, uma vez que as alterações no metabolismo e as mudanças corporais vão acontecer. Veja mais sobre essas e outras mudanças que acompanho diariamente:

1. Mudanças corporais: 

As principais mudanças são: aumento das mamas (isto pesa!), aumento na quantidade de água, volume sanguíneo e líquidos no corpo da mãe (isto também pesa), aumento do útero, formação da placenta, líquido amniótico e claro, do bebê (que podem pesar bastante!). A grande questão é saber que o não ganho de peso pode ser prejudicial, assim como o ganho excessivo.

Fica tranquila! Tudo depende de cada organismo, mas como sempre, o ideal é buscar o equilíbrio, combinando alimentação adequada e atividade física orientada (conforme liberação médica) garantindo não apenas ingestão calórica, mas sim nutrientes suficientes para a mamãe manter o aumento de peso satisfatório e o  bebê manter o crescimento  adequado. 

2. Enjoos:

Boa parte das gestantes é acometida pelos temidos enjoos no início da gravidez. Essa situação, além de incômoda, pode gerar insegurança quanto ao que é possível fazer para aliviar o desconforto, e também quanto a não conseguir comer durante este período.

Fica tranquila! O gengibre pode ser salvador! Vale utilizar lascas da raiz em água, chá, suco, e até fazer gelo. O uso é liberado na gestação e a quantidade varia de acordo com a tolerância de cada gestante. Frutas cítricas também ajudam: limão, maracujá, frutas vermelhas, e abacaxi, por exemplo, podem ser ótimos aliados. As frutas podem ser utilizadas in natura, para aromatizar águas e preparar chás. Para aquelas mamães que não estão conseguindo comer muito neste período, calma, muita calma! Os enjoos devem cessar em breve, e o apetite vai voltar! Por enquanto, evite jejum muito prolongado, pois pode piorar o desconforto. Vale também optar por refeições mais secas e em pequenos volumes, porém mais frequentes. E claro, o enjoo não deve ser desculpa para comer sem qualidade, uma vez que os poucos nutrientes que seu corpo está recebendo, devem ser os melhores possíveis para você e o bebê.

3. Aquela fome avassaladora:

Sim, muitas mulheres sentem mais fome durante a gestação, na maioria das vezes, a partir do segundo trimestre. Nestes casos, é fundamental tentar identificar se o sentimento é realmente de FOME. Ou se os anseios e medos pertinentes à gestação estão confundindo seu julgamento, e sendo transformados em vontade de comer!

Fica tranquila! Para driblar a fome fora da hora, tenha sempre lanchinhos leves e nutritivos na bolsa. Diminua as porções e faça refeições mais frequentes. Aumente a quantidade de fibra nas refeições, isto pode proporcionar maior saciedade. Inclua gorduras boas nas refeições, pois também ajudam a manter a saciedade por mais tempo e, se você não estiver conseguindo controlar a fome, vale uma boa conversa com um psicólogo, que pode te ajudar a entender quais os gatilhos estão disparando este descontrole. E, claro, uma consulta com nutricionista vai ajudar você com opções que cabem na sua rotina. 

4. Desconfortos gastrintestinais: 

Para algumas gravidinhas, a gestação pode ser sinônimo de constipação, distensão abdominal e gases, o que pode causar dor, desconforto, alteração no humor e apetite. Se você está passando por esta situação, converse com seu nutricionista e, se necessário, seu obstetra irá intervir e solicitar exames e/ou prescrever medicamentos.

Fica tranquila! Seguem algumas dicas nutricionais para colaborar com o bom funcionamento intestinal:

  • mantenha-se hidratada: tome água, muita água! Vale intercalar com sucos e chás de frutas para variar o sabor, mas lembre-se que nada substitui a água natural.
  • mantenha o cardápio rico em fibras: a sua rotina alimentar deve contar com pelo menos 3 porções diárias de frutas, e 3-4 porções diárias de verduras e legumes (crus e cozidos; lembrando que os crus devem ser higienizados com hipoclorito), além de oleaginosas, leguminosas e cereais integrais.
  • mantenha o corpo ativo: pratique atividade física, conforme liberação do obstetra
  • as bactérias no seu intestino são fundamentais: alimentos probióticos, como kefir (de leite ou água) e iogurte natural precisam estar na rotina e, em muitos casos, é sugerido também fazer a suplementação com probióticos, para garantir a nutrição da microbiota.

5. Amamentação, mais dúvidas, medos e insegurança: 

A gestação vai chegando ao final e as dúvidas do início vão dando espaço para as questões relacionadas à amamentação. O que eu preciso saber sobre amamentação? Como deve ser a alimentação da mãe durante a amamentação? Como evitar cólicas?

Fica tranquila! Vamos às dicas:

  • para estar mais empoderada e tranquila em relação à amamentação, sugiro que você faça uma consultoria pré-natal na metade final do terceiro trimestre de gestação, assim as informações estarão “fresquinhas” no momento do parto. Esta consultoria serve para desmistificar, lembrar que não há necessidade de preparo de mamas e ensinar sobre posições, pega, massagem nas mamas e muito mais, sempre focando no momento após o nascimento do bebê.
  • sobre alimentação da mamãe e cólicas no bebê, atenção: não há nada que comprove esta relação! O importante é que a mãe mantenha uma alimentação variada. Não é adequado fazer maiores restrições para não causar uma deficiência de nutrientes e a mamãe acabar precisando de tratamento (a restrição só e indicada quando há casos de alergias alimentares). Alguns alimentos como chimarrão, café, chá mate, chocolate são muito citados como “causadores de calcas” porém, eles não são vilões. O que acontece é que esses alimentos são estimulantes e, bebês que já tem mais incômodos ou estão chorosos, podem ter mais dificuldade em se acalmar se receberem uma dose “extra” de estímulo, via leite materno, certo? A dica é: amamente primeiro, depois tome seu café ou mate (quantidade controlada, claro!). Assim, até a próxima mamada, os níveis de estimulantes no sangue já estarão bem mais baixos.
  • atenção às escolhas: embora não tenhamos nada que comprove cientificamente que o que a mãe come vai causar cólicas no bebê, sabemos que o leite materno é produzido a partir do sangue da mãe. Logo, precisamos estar atentos para o consumo alimentar. Evitar excessos continua sendo a regra, principalmente para os DOCES! Assim, como o bebê sente o aroma no liquido amniótico, ele pode sentir esse aroma no leite materno e a preferência pelo doce pode começar a surgir. Então, nada de monotonia alimentar, vamos ajudar na formação do paladar do bebê, desde cedo.
  • alguns bebês são mais sensíveis e seus intestinos são menos maduros, fazendo com que apresentem desconforto, choro e a temida cólica. O que fazer? mantenha a amamentação, talvez até intensifique a oferta, já que a sucção alivia o bebê. Banho de balde, slingue, massagem e bolsa de sementes são ótimos também para aliviar as cólicas. 

Esperamos que essas pequenas dicas possam contribuir nesta caminhada cheia de descobertas e muito amor. Fique tranquila: se informe e escolha aquilo que acredita ser o mais adequado. A maternidade é mesmo transformadora, e essa transformação começa dentro de você. Aproveite os corações batendo juntos! Leveza, alegria e ótimas escolhas sempre! 

 


 

 
Carolina Menna, Caroline Brandalise e Ana Terrazan nos ajudaram nesta matéria <3
Muito obrigada meninas!

Carolina Menna é pediatra, neonatologista e Mestre em pediatria e saúde da criança, com ênfase em amamentação. Carol considera o amor o seu combustível, aquela energia que a conduz infinitamente para os caminhos do bem. Carolina vem trazendo uma nova forma de exercer a pediatria, a que vai além dos consultórios e alcança os lares. Ela se sente cada dia mais realizada e feliz com suas escolhas.

Carol Brandalise é psicóloga, especialista em psicoterapia de orientação psicanalítica e psicologia escolar. Casada, mãe da Antônia e “avó” do Nut, um cachorro fofo! Bem humorada, Carol gosta de ouvir histórias, conhecer pessoas, viajar e comemorar as coisas boas da vida. Ela acredita que a maternidade não só muda a vida, como transforma a mulher em um ser humano melhor! [Crédito foto: Priscilla Borges]

Ana Terrazan é nutricionista e mãe do Dudu – amamentado por 1 ano e meio. Apaixonada pela área Materno Infantil,  com experiência há 10 anos em consultoria em aleitamento materno, nutrição na gestação e nutrição infantil.  Mestra e Doutoranda em Saúde da Criança e do Adolescente com ênfase em prematuridade, divide seus dias entre os atendimentos na Clínica AMA Nutrição & Cozinha, visitas domiciliares e a docência. Além, claro, de se dedicar à família que tanto ama!

 



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